Automação

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Robôs mais inteligentes se transformam em desafio para trabalhadores americanos.

 

Estudo mostra que tecnologias avançadas não estão necessariamente gerando novas formas de trabalho.

NOVA YORK - Uma máquina que administra sedativos recentemente começou a tratar pacientes em um hospital de Seattle. Em um hotel do Vale do Silício, um camareiro robô entrega itens aos hóspedes. Meses atrás, um software de algorítimo escreveu um artigo noticioso inédito sobre um terremoto, que foi publicado pelo “Los Angeles Times”.

Embora temores de que a tecnologia vai transferir vagas de trabalho sejam tão velhos quanto os Luddistas, há sinais de que, desta vez, realmente a história pode ser diferente. Os avanços tecnológicos dos últimos anos — permitindo que máquinas imitem a mente humana — estão permitindo às máquinas realizar trabalhos lógicos e executar serviços, além das tarefas em escritórios e nas fábrica.

No mesmo período de 15 anos em que a tecnologia digital se inseriu em praticamente todos os aspectos da vida, o mercado de trabalho mergulhou num longo mal-estar. Mesmo com a melhora recente da economia, a fatia de adultos em idade para trabalhar que estão engajados em atividades profissionais é substancialmente menor do que há uma década — e menor do que em qualquer momento dos anos 1990.

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O robô da Saviole entrega um pedido de toalhas a um hóspede do Aloft Hotel, em Cupertino, na Califórnia: roubando empregos - JASON HENRY / NYT

Os economistas há muito argumentam que, da mesma forma como fabricantes de charretes deram lugar a fábricas de veículos, a tecnologia criaria tantas vagas de trabalho quantas destruiria. Agora, muitos deles têm dúvida quanto a veracidade dessa equação.

 O robô da Saviole entrega um pedido de toalhas a um hóspede do Aloft Hotel, em Cupertino, na Califórnia.

  • Por: New York Times - Online em: O Globo

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