Criatividade

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Geoff Mulgan, CEO da Nesta, uma das mais relevantes companhias de inovação da Inglaterra, afirma que

trabalhos criativos serão os mais bem remunerados nos próximos anos. Para ele, são esses postos que vão mover a economia mundial e subjugar as máquinas

"A criatividade irá dominar os robôs"

Para Geoff Mulgan, CEO da Nesta, uma das mais relevantes companhias de inovação da Inglaterra, artistas, designers e arquitetos serão os profissionais do futuro. De acordo com o inglês, atividades como essas estão "à prova" de automação, jamais serão substituídas por robôs e figuram dentre as que mais crescerão - e serão bem pagas - nos próximos dez anos. A Inglaterra, sozinha, tem 2,6 milhões de empregos na indústria criativa, com potencial de gerar 1 milhão de novos empregos como esses nos próximos dez anos.

Uma pesquisa divulgada por sua companhia no início deste ano revelou que os Estados Unidos têm cerca de 21% de empregos altamente criativos e, desses, 86% correm pouco ou nenhum risco de serem substituídos por máquinas. Na Inglaterra, 87% da força de trabalho envolvida nos 24% de trabalhos criativos não será eliminada. São esses profissionais que, no futuro, estarão no centro da inovação mundial, trazendo formas novas para mover a economia. Em outras palavras, correm menor risco de se tornarem obsoletas frente ao surgimento de inteligências artificias cada vez mais evoluídas.

Nesta entrevista ao site de VEJA, Mulgan, que esteve no Brasil para conhecer projetos educativos e expor os programas da Nesta, explica o que é preciso para que isso se torne realidade e como a criatividade vai, em pouco tempo, dominar as máquinas.


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